quinta-feira, 27 de junho de 2013

A Executiva no Céu - por Max Gehringer

Gente, eu adoro o Max Gehringer, seus comentários e textos são inspiradores.
Hoje achei legal compartilhar algo engraçado e ao mesmo tempo sério para nossa reflexão!
Um beijo carinhoso
Sandra Mara

Foi tudo muito rápido.

A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou.
Deu um gemido e apagou.

Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso portal.
Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.
Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas.
Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:

-Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?

-No céu.
-No céu?...
-É. Tipo assim, o céu. Aquele com querubins voando e coisas do gênero.
-Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.

Apesar das óbvias evidências (nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.

Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.

E foi aí que o interlocutor sugeriu:
-Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.
-É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
-Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
-Assim? (...)
-Pois não?
A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem.

À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:
-Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...
-Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?
-Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo "executiva"?
-Já ouví falar. Mas não é do meu tempo.

Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight.

A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.

-Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando à toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.
-É mesmo?
-Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
-Ah, não sabemos.
-Headcount, então, não deve constar em nenhum versículo, correto?
-Hã?

-Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia.
Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
-Que interessante. ..
-Depois, mais no médio prazo, assim que os fundamentos estiverem sólidos e o pessoal começar a reclamar da pressão e a ficar estressado, a gente acalma a galera bolando um sistema de stock option, com uma campanha motivacional impactante, tipo: "O melhor céu da América Latina".
-Fantástico!

-É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização de um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.
-Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe,certo?
-Sobre todas as coisas.
-Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico por exemplo, me parece extremamente atrativo.
-Incrível!

-É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um turnaround radical.
-Impressionante!
-Isso significa que podemos partir para a implementação?
-Não. Significa que você terá um futuro brilhante ... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...

quarta-feira, 26 de junho de 2013

10 dicas de conteúdo para criar um modelo de curriculum caprichado

Quando alguém for analisar se deve ou não contratar você, ou chamar você para uma entrevista, existe um determinado conjunto de informação que essa pessoa precisa ter à mão – e cabe a você encontrar este ponto de equilíbrio, sem deixar faltar nenhum dado essencial, nem colocar informações desnecessárias que possam prejudicar a análise.


Siga as seguintes dicas:

1 – Nada de pressa. Prepare-se para dedicar algum tempo à tarefa de criar o seu currículo – ele não vai ficar pronto em 10 minutos, e certamente será um tempo bem empregado.

2 – Faça um diagnóstico. Procure se informar (no site da empresa, na imprensa ou de outra forma) sobre o que fazem as empresas para as quais você vai entregar o currículo, e que tipo de profissionais elas procuram. Escreva os currículos dando destaque às características que você tem e que se adequem ao perfil que a empresa deseja.

3 – Seja original. Para se inspirar, não há problema em ver modelos de currículos divulgados na imprensa ou em sites especializados, mas não os copie. Lembre-se que o seu avaliador provavelmente vai receber vários outros iguais a aquele modelo, e tudo o que você NÃO quer é ser apenas “mais um”.

4 – Seja localizável. As informações de contato são essenciais. Elas devem vir no alto, em destaque, na primeira folha. Não procure ser mais extensivo do que o necessário: para a minha análise, basta ter o nome completo, telefone fixo, telefone celular e e-mail (todos devem estar atualizados e corretos). Informar múltiplos telefones fixos ou múltiplos e-mails deve ser evitado, a não ser que você tenha uma boa justificativa – o mínimo que se espera de um possível contratado é que ele consiga decidir qual o seu telefone e o seu e-mail de contato.

5 – Tenha um foco. Se você está procurando ao mesmo tempo uma colocação como professor de violão clássico e como programador web, faça um currículo separado para cada uma das vagas, sem misturar neles as aptidões tão diferentes entre si. Mas não tenha medo de mencionar (mas aí como nota adicional, sem destaque) no currículo para uma vaga técnica as suas aptidões artísticas ou humanas, ou vice-versa – as empresas não contratam robôs, e muitas vezes têm interesse em saber desde cedo como é a pessoa (e não apenas o profissional) que está contratando. O mesmo vale para atividades extra-curriculares, trabalhos voluntários e outros “extras”.

6 – Seja claro, direto e verdadeiro. Um ponto essencial é incluir a informação correta e completa, de forma direta e concisa. Tentar mascarar informações que a empresa vá descobrir depois é um risco desnecessário, e pode levar a uma posterior avaliação negativa simplesmente pelo fato de você ter tentado.

7 – Escreva de maneira informal, mas corretamente. Leia e releia, remova os erros de ortografia e gramática. Pontue, acentue. Entregue para alguém revisar, e verifique inclusive os dados e números. A última coisa que você quer é que o seu telefone de contato esteja errado. A penúltima coisa que você quer é que a presença de erros de digitação levem o seu avaliador a acreditar que você não é zeloso, ou que escreve mal.

8 – Seja seletivo. Dificilmente o seu avaliador desejará saber onde você fez o pré-escolar, ou o estágio obrigatório para se formar no segundo grau. É provável que ele queira saber se você fez cursos de informática ou de formação profissional em alguma área, mas o número de vagas para as quais é relevante a informação de que você fez curso de piano quando tinha 12 anos é bastante limitado. Incluir este tipo de detalhe no currículo é praticamente uma confissão de que o candidato não tem nada de mais relevante para informar, ou que não tem discernimento do que é importante. Duas boas razões para sair da pilha dos currículos que serão chamados para a entrevista…

9 – Inclua o essencial. Em um bom currículo, não podem faltar as informações de contato atualizadas, uma caracterização sobre você (nome completo, data de nascimento, cidade onde mora, estado civil, se tem filhos) dados sobre as experiências profissionais recentes (empregos, estágios – incluindo período e atividade desempenhada em cada um deles, no mínimo), a formação acadêmica (com detalhes apenas sobre as mais relevantes), e outras atividades e fatos que possam ajudar a definir você como profissional: participação em cursos e eventos, atividades como instrutor, atividades comunitárias, domínio de idiomas, aptidões adicionais (exemplo: dirigir, ter carro próprio…) e outros itens, desde que sejam relevantes para a vaga pretendida!

10 – Capriche no visual. Claro que a parte mais importante do seu currículo é o conteúdo, mas você definitivamente não deseja causar má impressão. Imprima com capricho, e entregue originais (e não xerox) do seu currículo em cada empresa. Se você tiver que corrigir alguma coisa, simplesmente edite e imprima de novo, nada de alterar escrevendo com esferográfica sobre o seu original desatualizado. Lembre-se que se você caprichar, o seu currículo pode ser o primeiro contato que a empresa terá com você. Mas se você não caprichar, é provável que ele seja o último.

E lembre-se sempre: nada de excessos. A sabedoria está no equilíbrio!

terça-feira, 25 de junho de 2013

Compras: como está o seu processo?

Estamos no período em que muitas empresas renovam seus estoques, para fazer frente a demanda do ano que se inicia. É realizado o planejamento das aquisições, buscando atender a demanda do próximo exercício, sem comprometer as finanças.

Em média as empresas gastam 50% a 80% de sua renda proveniente das vendas na compra de matérias-primas, componentes e suprimentos.

O setor de compras hoje é visto como parte do processo logístico das empresas ou seja, faz parte integrante da Cadeia de Suprimentos.

Atualmente, a gestão de compras é tido como um fator estratégico nos negócios, focalizando o volume de recursos, sobretudo, financeiros.

A função desta atividade, que compactua com todos os setores de uma empresa, tem como objetivos de eficiência a obtenção dos materiais certos, das quantidades corretas, das entregas em tempo. Comprar materiais e insumos aos menores preços, obedecendo padrões de quantidade. Relativamente aos produtos ou serviços finais são necessários gastos nas compras de componentes para a produção dos mesmos.

Como tal, evidenciam-se grandes impactos nos lucros quando são gerados pequenos ganhos devidos a uma melhoria na produtividade. Por este e outros fatores, como a reestruturação tecnológica das empresas, torna-se cada vez mais importante a atualização da informação e o dinamismo por parte das pessoas que trabalham nesta área. Os setores de compras têm como principais responsabilidades a escolha de fornecedores adequados e a negociação de preços.

É correto afirmar que são necessários contribuições de outros setores ou departamentos tanto para a pesquisa e avaliação de fornecedores como para a negociação de preços. Segundo esta observação  e num sentido amplo, induz-se também que comprar é uma responsabilidade de todos.


Passos do processo de compras:

- Receber e analisar as requisições de compras;

- Selecionar fornecedores. Encontrar fornecedores potenciais, emitir solicitações para cotações, receber e         analisar cotações e selecionar o fornecedor correto (mínimo de três cotações);

- Determinar o preço correto;

- Emitir pedidos de compra;

- Fazer um acompanhamento para garantir que os prazos de entrega sejam cumpridos;

- Receber mercadoria e verificar se o que foi entregue está de acordo com o pedido;

- Aprovar a fatura para o pagamento do fornecedor ;

- Avaliar a performance do fornecedor. Manter ou eliminar.

Problemas do setor de compras

1.Compras de emergências:

Ocasionam aquisição com preços altos, rupturas no estoque, paralisação da unidade. Geralmente é motivado por falta de controles por parte de quem requisita.

Sugestões:

Estabelecer controles
Identificar os focos de emergência;
Criar manual de procedimentos;
Estabelecer prioridades de atendimento
2.Especificações incorretas;

3.Falhas dos fornecedores;

4.Burocracia excessiva;

5.Ingerências;

Observações:

Uma vez tomada a decisão sobre o que comprar, a segunda decisão mais importante refere-se ao fornecedor certo.
Um bom fornecedor é aquele que tem tecnologia para fabricar com qualidade e capacidade para produzir as quantidade necessárias.
Fatores que devem ser observado na escolha dos fornecedores:

- Potencial de relacionamento. Curto e longo prazo;

- Habilidade técnica para produzir / fornecer;

- Desenvolvimento de um  novo produto (e como conseqüência um novo fornecedor);

- Confiabilidade;

- Serviço de pós-venda;

- Localização do fornecedor;

- Relacionamento com a concorrência;;

- Separar o pequeno e o grande fornecedor;

- Preço e prazo.

Cuidados com os descontos para grandes quantidades. Eles podem comprometer seu fluxo de caixa, gerando problemas financeiros.

Comunique-se sempre com seus fornecedores. Informe os  pontos positivos e negativos das suas relações comerciais.

Observando esses cuidados básicos, o comprador, seja ele o proprietário da empresa ou função definida,  estará contribuindo para a melhoria da eficiência da organização, reduzindo custos e garantindo uma continuidade na produção ou serviços.

Saiba mais e comente no blog Gestão da Produção e Qualidade.

Fonte: Mundo Sebrae

Supply Chain Management (SCM)

A cadeia de fornecimento (português europeu) ou cadeia de suprimento (português brasileiro) é o grupo de fornecedores que supre as necessidades de uma empresa na criação e no desenvolvimento dos seus produtos. Pode ser entendido também como uma forma de colaboração entre fornecedores, varejistas e consumidores para a criação de valor. Cadeia de fornecimento pode ser definida como o ciclo da vida dos processos que compreendem os fluxos físicos, informativos, financeiros e de conhecimento, cujo objectivo é satisfazer os requisitos do consumidor final com produtos e serviços de vários fornecedores ligados. A cadeia de fornecimento, no entanto, não está limitada ao fluxo de produtos ou informações no sentido Fornecedor? Cliente. Existe também um fluxo de informação, de reclamações e de produtos, entre outros, no sentido Cliente? Fornecedor. [1]

O Supply Chain Management (SCM) é a gestão da cadeia de fornecimento. Segundo alguns estudiosos, a competição no mercado global não ocorre entre empresas, mas entre cadeias de fornecimento. A gestão da logística e do fluxo de informações em toda a cadeia permite aos executivos avaliar pontos fortes e pontos fracos na sua cadeia de fornecimento, auxiliando a tomada de decisões que resultam na redução de custos, aumento da qualidade, entre outros, aumentando a competitividade do produto e/ou criando valor agregado e diferenciais em relação a concorrência. [2]
Os resultados que se esperam da utilização de sistemas que automatizem o SCM são:

Reduzir custos;
Aumentar a eficiência;
Ampliar os lucros;
Melhorar os tempos de ciclos da cadeia de fornecimento;
Melhorar o desempenho nos relacionamentos com clientes e fornecedores;
Desenvolver serviços de valor agregado que dão a uma empresa uma vantagem competitiva;
Obter o produto certo, no lugar certo, na quantidade certa e com o menor custo;
Manter o menor estoque possível.
Esses resultados são obtidos à medida que a gestão da cadeia de fornecimento simplificar e acelerar as operações que estão relacionadas com a forma como os pedidos do cliente são processados pelo sistema, até serem atendidos, e também, com a forma das matérias-primas serem adquiridas, e entregues, pelos processos de fabricação e distribuição.

Concluindo, é fundamental que as empresas se preocupem com a integração desses conjuntos de soluções de gestão, automatizadas através da tecnologia de informação (Simchi-Levi, 2003), pois só assim será possível obter maior vantagem estratégica e competitiva.Um bom gerenciamento da cadeia de suprimentos, começa na avaliação dos gastos, no modelo atual de compras, na avaliação dos índices financeiros aplicados na renovação dos contratos por fornecedores e etc (Simchi-Levi, 2003), não basta colocar um software de administração da cadeia, se não alterar o modelo de gerenciamento. A idéia do Supply Chain, é reduzir as atividades táticas, ampliando a ação estratégica. A área de suprimentos hoje, diferentemente de ontem, é responsável pelos resultados da empresa, a sinergia – ação dos órgãos simultaneamente, desenvolvida entre os departamentos fortalece a área que hoje, não só acompanha a aplicação dos contratos, mas como é responsável por todo o período de negociação (Chaib-Draa, 2006). Os fornecedores nesse momento, passam a ser parceiros no desenvolvimento de produtos, a quantidade de fornecedores é reduzida e o controle dos KPI´s acordados passam a ser melhor administrados, vis a vis, a possibilidade de relatórios emitidos pela ferramenta utilizada, com equalizações e demonstrativos de resultados.

O comprador definitivamente, abandona a fase de baixa ou nenhuma rastreabilidade e auditabilidade de seu processo de compras, passando a ter total visualização de todo o processo.

Processos

Abaixo um exemplo de cadeia de suprimentos, quanto aos gastos e despesas da empresa:


Todos o processos envolvem clientes, distribuição, produção e fornecedores.

Sendo:

Marketing é essencialmente a arte de enviar uma mensagem aos clientes potenciais, e também aos que já fazem parte de sua carteira de clientes, para convencê-los a comprar de você. Envolvendo: faixa etária, poder aquisitivo, classe social, localização, concorrente; alem da função de propaganda e sistemas promocionais. As empresas reconhecem a importância do marketing e direcionam uma boa parte de seus recursos humanos e financeiros a essa atividade.
PCP (Planejamento/ Controle/ Produção): tradução, expectativa para a realização da produção. As peças necessárias, equipamentos, etc.
Fornecedores: fornecedores da matéria-prima, devem ser tratadas como parceiros, devendo até serem convidados a verem a produção; participar da produção, do dia a dia da empresa; já que ambos os conhecimentos podem atuar juntos, surgindo assim uma estrutura de competência altíssima.
Almoxarifado/Armazenagem: sua atuação é importante no controle dos materiais que entram na empresa, vendo inclusive se os mesmos não estão em excesso.
Para melhor explorarmos a cadeia de fornecimento ou de suprimentos, entramos na logística empresarial  que é o estudo da cadeia de suprimentos. Temos então, as Atividades Primárias e as Secundárias.

Atividades Primárias
Transportes
Manutenção de estoques
Processamento de pedido
Atividades Secundárias
Armazenagem
Manuseio de materiais
Embalagem de materiais
Obtenção (seleção de fontes, quantidades de compra)
Programação do produto (distribuição – fluxo de saída – oriente programação PCP)
Manutenção de informação (base de dados gerada pela cadeia – fonte de dados para futuros planejamentos.
Cadeia de fornecimento interna

A cadeia de fornecimento interna é a parte da cadeia de fornecimento que ocorre no interior de uma organização. [3]

A parte interna da cadeia de fornecimento não tem, normalmente, ligações muito longínquas. No caso de estruturas internacionais, mutidivisionais, em muitos negócios, é habitual a cadeia de fornecimento interna ter ligações espalhadas pelo mundo podendo, por isso, estas cadeias serem complexas.

De modo a desenvolver e compreender a cadeia de fornecimento interna, é necessário recorrer à gestão da cadeia de fornecimento (SCM). Por vezes, os funcionários de uma dada divisão da empresa, vêem as outras divisões, da mesma empresa do mesmo modo que vêem os consumidores ou os fornecedores, o que, por vezes, causa conflitos entre as várias divisões de uma empresa.

A utilização e desenvolvimento de mapas de processo (cartas de fluxo) ajuda a melhor compreender a cadeia de fornecimento interna das cadeias de fornecimentos maiores. Este desenvolvimento é mais eficaz se forem utilizadas equipas com elementos das várias divisões.

De modo a facilitar o processo de mapeamento das actividades, cada membro da equipa deve receber instruções acerca da convenção de mapeamento a ser utilizada, bem como outras informações necessárias. Cada membro da equipa deve registar cada passo da parte da cadeia de fornecimento que representa, juntamente com informações de desempenho.

Após todos os passos terem sido registados pelos membros da equipa, as informações recolhidas são expostas numa reunião com todos os membros, de modo a proceder à elaboração do mapa da cadeia de fornecimento interna.

Bibliografia

AYERS, James B. – Introduction to the supply chain. In AYERS, James B. ed. - Handbook of supply chain management. Boca Raton, FL: St. Lucie Press, 2001. ISBN 9781574442733
CHAIB-DRAA, Brahim; MÜLLER, Jörg P. eds. - Multiagent-based supply chain management. Berlin: Springer, 2006. ISBN 9783540338758
SHAPIRO, Jeremy F. - Modeling the supply chain. Pacific Grove, CA: Duxbury, 2000. ISBN 9780534373634
SIMCHI-LEVI, David; KAMINSKY, Philip; SIMCHI-LEVI, Edith – Designing and managing the supply chain: concepts, strategies, and case studies. 2ª ed. Nova Iorque: McGraw-Hill/Irwin, 2003. ISBN 9780071198967
Conteúdo do Curso: Técnico em Logística – Escola Técnica Circuito- São Vicente/SP; Profº Luis Fernando. Interpretação de Vinícius David
Referências

1 - ? AYERS, James B. – Introduction to the supply chain. In AYERS, James B. ed. - Handbook of supply chain management. Boca Raton, FL: St. Lucie Press, 2001. ISBN 9781574442733
2 - ? SHAPIRO, Jeremy F. - Modeling the supply chain. Pacific Grove, CA: Duxbury, 2000. ISBN 9780534373634
3 - ? HANDFIELD, Robert B.; NICHOLS, Ernest L., Jr - Supply chain redesign: transforming supply chains into integrated value systems. New Jersey: Upper Saddle River, Financial Times Prentice Hall, 2002. ISBN 978-0-13-060312-8



segunda-feira, 24 de junho de 2013

Somos Compradores

Olá, amigos!

Bom, quero aqui colocar para vocês todas as pesquisas na área de compras que eu faço.
Como profissional da área, acho extremamente importante a possibilidade de estarmos sempre renovando conhecimentos, aprendendo coisas novas ou até mesmo relembrando coisas que já sabíamos.

Fiquem à vontade para usar este espaço como quiserem.
Não esqueça de deixar seu comentário para que eu possa estar sempre melhorando o conteúdo.

Em primeiro lugar, quero direcionar vocês para dois dos meus posts de mais sucesso aqui no Blog da Gal que falam sobre 2 temas da área.

1 - FUNÇÃO COMPRAS COMO FATOR CRUCIAL NA LUCRATIVIDADE E DESENVOLVIMENTO  EMPRESARIAL.

2 - PERFIL MODERNO DO COMPRADOR/GESTOR DE MATERIAIS.

Entrem nos links... espero que seja útil para todos.